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Sabe aquela frase famosa do (nosso amado) Baryshnikov?

Eu não tento dançar melhor do que outras pessoas, eu tento somente dançar melhor do que mim mesmo.

Pois é, ela sempre fez muito sentido pra mim, especialmente quando era inevitável me comparar com outros bailarinos. Essa frase sempre colocava meus pés no chão e me ajudava a lembrar que a minha dança é só minha e que tecnicamente, eu precisava ultrapassar minhas próprias barreiras e não a dos outros.

Para dançar bem, temos que ter a maturidade de entender como o nosso corpo se mexe e buscar superar nossos próprios limites.
Uns têm muito, outros têm pouco, mas o que você faz com aquilo que possui é o que importa.
Usar o seu corpo para transmitir o que você quer dizer independe do seu en dehors ou en dedans, para atingir isso é preciso de inteligência.

SundayClass“Sunday Class” – Photo by Caroline Young

Mesmo que a sua dança basicamente dependa de você mesmo, ela é fortemente influenciada por aqueles que estão ao seu redor. Um bom professor consegue te fazer enxergar caminhos e te estimular a chegar mais longe e bons colegas de classe são excelentes motivadores.

Fazer aulas boas com gente boa tem um poder incalculável. Ao observar outros bailarinos, é possível aprender não só outras maneiras de executar a mesma técnica ou a mesma coreografia, é possível evoluir porque essa troca, além de nos inspirar, alimenta a nossa arte e a nossa alma.

Bom dia!!!

Carol Prado.

Obs: Não percam uma matéria muito legal sobre Pilates para Bailarinos no Blog Pilates, corre lá!

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